inícioíndice não importa bom senso avariado garraiada eslovena cigarro mal cheiroso se eu fosse mais pequeno e mexe, mexe, mexe a morte chamou-me em lisboa carro morador fio cortadoas coisas que não me aconteceramsobre o rio do teu corpouma semana para estabilizar a morte análise compor-tamental aplicadapom, pom, pom, pommergulho nas pessoas
Foste sincera e isso sabe a mel vindo de uma mulher bonita. É bom saber que me sentes desse lado, que invades conscientemente a minha privacidade e ver, que eu, como um menino bobo fecho-me na armadura da autoconfiança mas raladinho para me dar por completo mostrando-te todos os tesouros que guardei à medida que o sal foi caindo nesta panela que ferve sempre cá dentro. ...
Há coisas que devem ser mantidas em segredo, mesmo para nós próprios, de forma a manter a serenidade que nos torna capazes de parar ao ver as folhas que caem num outono tardio ou continuar quando nos aborrecem com conversas fastidiosas ou olhares fingidos. Saber sentir é complicado mas gostar de alguém também o é. ...
Eu, num dia triste num bairro lastimoso nas cercanias de Londres rogo esperançoso: Indemniza-me por obséquio se és mulher.
Ouço cá dentro, por cima do temor da tua perda, uma voz dizendo baixinho e com volúpia como se para ti falasse: Não vás! Funde-te comigo!