inícioíndice não importa bom senso avariado garraiada eslovena cigarro mal cheiroso se eu fosse mais pequeno e mexe, mexe, mexe a morte chamou-me em lisboa carro morador fio cortadoas coisas que não me aconteceramsobre o rio do teu corpouma semana para estabilizar a morte análise compor-tamental aplicadapom, pom, pom, pommergulho nas pessoas
Moinho de sentimentos, de dor e pensamentos. Pensamentos pensados, analisados e torneados que se edificam do nada numa mente por vezes dizimada. E mexe, mexe, mexe.
Invejas os motivos que me fazem escrever e com razão, digo eu, porque não compreendes que do sol nunca aquecer o que não precisa. Olhei a tua roupa de dormir e reparei que não estavas lá dentro, estava fria e só o teu cheiro a ligava a ti. Mas o sol sempre nasce iluminando a vida que cresce. E mexe, mexe, mexe.
Amei-te quando olhei esse amarelo com que dormes e embora julgues que não algo me liga a ti sem eu perceber. É algo que escondes no teu ventre ou por aí perto.
Olho-te e sinto que preciso de ti. Que esse teu corpo é para mim e o teu coração há-de bater forte sempre que ouvir o meu nome.
E mexe, mexe, mexe.
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