inícioíndice não importa bom senso avariado garraiada eslovena cigarro mal cheiroso se eu fosse mais pequeno e mexe, mexe, mexe a morte chamou-me em lisboa carro morador fio cortadoas coisas que não me aconteceramsobre o rio do teu corpouma semana para estabilizar a morte análise compor-tamental aplicadapom, pom, pom, pommergulho nas pessoas
Deixei de fumar. Deixei este vício colado ao tronco de uma árvore que me abrigou. Chovia muito por detrás do que eu não queria ser. Não cheirava o perfume matinal dos cabelos cuidados das mulheres primorosas que sangravam a sua lubricidade deliberadamente nas minhas mãos, só para me verem derretido!
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Ao saborear o ar limpo alguém se queimou no mais sujo. Diz lá como foi, é que sem ver não posso crer, diz aos ouvidos mais abertos que o ar sujo é para os potes mal pensados, para os bobos desenterrados da ilusão da juventude. Junta argumentos com palavras numa frase com propósito, continua a deixar-te levar sem barragem nem mar alto que o sopro passa a tempestade. A imperícia de qualquer vento pode ser perigosa se o desleixo comparecer nesta cúpula de amores.