Poesia 2008

inícioíndice borboleta gesto a jeito mantes o encanto reaparece outrar-me profissional da vida torvelhinho trança de carmeplano de contingência retiro-me virtuoso

profissional da vida

só, com silêncios de abafo
a voz sai suave sem medo
nariz preso num agrafo
máscaras de pó azedo.

demonstrar a existência
a real e a camuflada
caras de alguma impaciência
têm a harmonia estampada.

são seis horas em novelo
o descanso em ciumeira
as rimas caem com zelo
os erros morrem, poeira.

2008-06-10