Poesia 2008

inícioíndice borboleta gesto a jeito mantes o encanto reaparece outrar-me profissional da vida torvelhinho trança de carmeplano de contingência retiro-me virtuoso

mantes

hoje matei alguns medos
e ainda matava mais
libertei vários azedos
transformei-os em mortais.

outros e outros virão
já espero preparado
se me abato sem acção
serei sempre massacrado.

a poesia a matar-me
um antídoto é preciso
a prosa solta o alarme
e o sono um sorriso.

aveiro, 51, 22-10-2007 0:52:09